Saiba mais sobre a mini-turnê acústico-européia da Inimitável que percorreu oito países!
Diário da Estrada!
Veja o que já falaram da Inimitável!
“[...] A Inimitável Fábrica de Jipes é um dos maiores exemplos de que boa música pode ser encontrada em qualquer lugar do mundo"[...]”. Paula Fabri,Revista Comando Rock
“[...]banda tem que estar na rua e tem que estar produzindo, que nem essa banda aqui ó (mostrando o segundo CD d'A Inimitável Fábrica de Jipes). Os caras já têm dois Cds e já foram tocar em São Paulo. Eu nem escutei ainda. As vezes eles são até ruins e eu estou aqui falando deles... Mas não importa,estão produzindo e isso já é um bom começo.[...]”. Carlos Eduardo Miranda, Produtor Musical, durante Debate no Junho do Rock
“[...]uma banda indie brazuca legal, que tem o bizarro e incrível nome de "A Inimitável Fábrica de Jipes". Pense num grupo movido a boas melodias, construídas com guitarras power pop. O curioso é que nunca tinha ouvido falar do quarteto até receber os cds na redação da Dynamite. Peguei os dois, levei pra casa, gostei do que ouvi. As letras em português são mesmo muito boas, bem acima da paupérrima média do que se ouve hoje no indigente rock independente nacional[...]”. Humberto Finatti, Zap N´Roll (Revista Dynamite)
“[...]De nome estranho e interessante surge de Maringá uma bela surpresa para o cenário nacional. Em seu segundo álbum, A Inimitável Fábrica de Jipes exibe um rock ensolarado e assoviável[...]São 11 canções de sabor pop inquestionável que merecem a sua atenção. Ouça com carinho e junte os cacos”. Marcelo Costa, Scream and Yell
“[...] a Cidade Canção gerou um grupo que faz juz à sua fama: A Inimitável Fábrica de Jipes[...]Boa parte das 11 faixas de "Canções Despedaçadas para Juntar os Cacos" têm um notável potencial radiofônico, com letras cantaroláveis, vocal afinado e instrumental instigante (e caprichado nas guitarras). A alegre "Bull Terrier" seria minha aposta, mesmo destoando do restante. Ela remete ao rock sessentista, sendo que a linha do álbum é de canções contemporâneas cheias de emotividade.[...]Vale dar uma escutada também no álbum de estreia ''O Dia Em Que Seremos Todos Felizes'', com outras boas canções do repertório do grupo, incluindo "Água" e "On The Road Para São Tomé”. Rodrigo Juste, Folha de Londrina.
“[...] O rock expressando palavras inspiradas em poesia beat, o rock pé-na-estrada (tradução para on the road)[...]."O Dia em que Seremos Todos Felizes!" tem pelo menos duas músicas que merecem ser ouvidas e regravadas por outras bandas: "Amsterdam" e "On the Road para São Tomé". As duas traduzem bem esta visão da banda de falar do pé na estrada, da vontade de pertencer ao mundo, mesmo que à medida em que o mundo é revelado, isso venha a decepcionar[...] O segundo disco foi gravado em 2008 e acaba de ser lançado, é "Canções Despedaçadas para Juntar os Cacos". Mais uma vez nota-se a busca poética, a conexão entre o rock e a palavra [...] As letras, embaladas por belas guitarras, continuam falando de deslocamento no mundo tanto em perspectiva espacial quanto existencial [...] A banda poderia vir mais vezes a Curitiba.”, Luiz Cláudio Oliveira, Gazeta do Povo.
“[...] Letras como a de "Síndrome de Estocolmo" são, de uma maneira natural e poética, o que os emos se esforçam num pedantismo gigante para tentar transmitir.Não é a toa que a música já foi gravada pela banda Terminal Guadalupe, um dos maiores expoentes do rock paranaense.[...] A arrastada "Estrela Cadente" tem um refrão pegajoso que pode fazer de criança a idoso acompanhá-la[...] A maior prova de que A Inimitável Fábrica Jipes poderia tocaR em rádio como um descanso agradável aos ouvidos dos ouvintes é a música "Na Mochila Cabe o Mundo", o hit do disco e que já é conhecido e cantado pelos fãs nos shows[...] Com o segundo disco, "Canções Despedaçadas para Juntar os Cacos" a banda atingiu o amadurecimento técnico [...]”, Andye Iore, O Diário.
“[...] em suas dez faixas, 'O Dia ...' traz canções simples, com letras sobre o cotidiano, embaladas em melodias com levadas de power pop, guitarras bem timbradas e bonitas harmonias vocais. 'Água', que abre o disco, 'Na Hora da Raiva' e 'Dia-a-Dia' são 'hits' com potencial para tocar em rádio, não fossem tais veículos atualmente tão insensíveis ao que não seja lixo cultural. [...] A Inimitável Fábrica de Jipes confirma o fato de que muitas das melhores coisas produzidas pela cena independente estão "fora do eixo", como dizem/reivindicam os cuiabanos[...]”, Fernando Rosa, Editor do Site Senhor F.
“[...] Continuo afirmando que se as rádios existissem de verdade (porque o que temos hoje, com raríssimas exceções, não dá para serem levadas a sério), qualquer canção deste primeiro disco, lançado em 2005 e de produção independente, poderia estar tocando nas Fms [...] Seria difícil escolher para “carro chefe” do disco uma canção para cair na boca do “povo”. Quando digo “povo”, estou falando de meninos, meninas, jovens e velhos. Sim, porque o “povo”, independente da faixa etária, embora a indústria fonográfica negue, gosta de som bom e letra boa. E isso o disco tem[...] Esse é o rock ensolarado da Inimitável Fábrica de Jipes, que traz na capa do CD, muitos girassóis espalhados numa vastidão, que em meio a tantas ervas daninhas, oxalá, eles se espalhem ensolarando, talvez, novas estradas musicais”. Adriana Aranha, Revista Etcetera.